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SÍNDROME DO DESFILADEIRO TORÁCICO

O que é e como 

ocorre síndrome do

desfiladeiro torácico?

O desfiladeiro torácico é uma região de transição entre o tórax, a axila e o pescoço, por onde passam nervos e vasos sanguíneos muito importantes.

Síndrome do Desfiladeiro Torácico.jpg

Espaços onde ocorre a compressão do plexo
braquial e/ou vasos sanguíneos na SDT. No tipo Neurogênico Verdadeiro a compressão é no trígono interescalênico.

CAUSAS

Quando ocorre algum tipo de compressão sobre essas estruturas os pacientes apresentam sintomas e sinais que configuram a síndrome do desfiladeiro torácico (SDT). Existem dois tipos de SDT:

  1. Vascular, no qual ocorre compressão da artéria e/ou da veia subclávia;

  2. Neurogênica, onde os nervos que formam o plexo braquial são comprimidos por uma banda fibrosa, por um músculo ou por uma costela extra (costela cervical).

 

A síndrome neurogênica pode ser Verdadeira ou Atípica. Na Verdadeira a compressão é exercida por uma banda fibrosa, por um músculo ou por uma costela extra (costela cervical). A Atípica é caracterizada pela presença exclusiva de dor.

A SDT Vascular geralmente é tratada por cirurgiões vasculares e a Atípica, a mais frequente e na qual os pacientes não apresentam déficits neurológicos, raramente tem indicação para tratamento cirúrgico.

SINTOMAS

Na SDT Neurogênica Verdadeira o paciente geralmente refere dor e perda da força e da sensibilidade em partes do ombro, braço, antebraço e mão. Nos casos mais graves e crônicos pode ocorrer atrofia importante da musculatura da mão. 

DIAGNÓSTICO

A existência de uma compressão dos nervos pode ser confirmada por estudos de imagem e pela eletroneuromiografia.

Como é feito

o tratamento da síndrome do

desfiladeiro torácico?

O tratamento pode ser clínico ou cirúrgico, dependendo do quadro apresentado pelo paciente.

TRATAMENTO

CLÍNICO

O tratamento clínico em geral inicia com a reabilitação, que visa alongar/fortalecer a musculatura adjacente e melhorar a postura do paciente.

TRATAMENTO CIRÚRGICO

Nos casos já muito avançados ou em que o tratamento clínico não surtiu efeito, a cirurgia, que consiste em remover o fator compressivo, pode ser a opção.